Ajudando e apoiando quem está em dificuldades poderemos evitar problemas no Brasil na área da saúde, por exemplo, afinal a globalização avança e descobrimos inúmeros povos sofrendo por omissão do resto da humanidade, vejam o exemplo:
quixotando
Mostrar a luta pela cidadania e justiça
Lembre-se da pequena história da criança que, enquanto devolvia algumas Estrelas do Mar às aguas em uma praia onde milhares estavam retidas na areia, foi interpelada por outra que disse:
- Que adianta devolver algumas ao mar, são centenas delas!
- e aquela grande criança respondeu: são centenas, mas para essas eu fiz a diferença.
- Que adianta devolver algumas ao mar, são centenas delas!
- e aquela grande criança respondeu: são centenas, mas para essas eu fiz a diferença.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Comentários sobre a crise econômica mundial
Apesar do título do pps não falei de bancos e agências de seguro, mas nos pronunciamentos de NIGEL FARAGE e nos filmes Wall Street, Trabalho Interno e outros o tema é recorrente.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Política insana - proteger bancos irresponsáveis
O que é governar?
A Democracia e nossas instituições perdem credibilidade, principalmente entre pessoas que têm um grau de instrução maior e inteligência suficiente a análises criteriosas. Em qualquer ambiente, clube ou organização externa ao Governo ganhamos críticas severas se nos dispomos a elogiar esse o aquele líder ou partido político. A imagem dos políticos é ruim e para eles o alto nível de ignorância funcional o Brasil é a salvação de seus poderes, assim parece. Para nós, eleitores, isso é um pesadelo, onde erramos?
Podemos ver isso tudo como uma fragilidade humana, afinal pensadores extraordinários falaram e escreveram sobre essa condição de existência do ser humano.
É um problema universal, visível e discutido em países democráticos com liberdade de expressão. Infelizmente guerras e crises econômicas mostram as taras e os piores vícios do ser humano com poder de qualquer espécie. O filme (Trabalho Interno) explica as razões criminosas da crise econômica norte americana atual e destaca, por exemplo, a formação da equipe do presidente Barack Obama, algo negativamente surpreendente (Müller, 2011), lembrando a participação de alguns deles nas maquinações que demoliram a economia mundial.
No Brasil temos, agora, mais uma vez o exemplo de catástrofes que poderiam ser substancialmente minimizadas, se essa fosse a prioridade de quem governa. Ganhamos a sensação horrível de desgoverno.
Felizmente parece haver mudanças positivas, pelo menos tiveram a hombridade de cancelar férias para cuidar dos atingidos pelas cheias. A Corte foi mobilizada em plenas férias, que desrespeito aos nobres ministros...
Filmes, livros, estudos, teses etc. demonstram que estamos longe de um padrão de racionalidade necessária e suficiente ao bom governo. Talvez a violência da Natureza mostre que também é importante atender a vontade dela, além da famosa “base parlamentar” (ou “prá” lamentar?).
É impressionante, contudo, lembrar que no século quarto antes de Cristo essa já era uma preocupação bem desenvolvida entre os filósofos gregos, ser um bom cidadão e se preocupar com a política. Do livro (Ética a Nicômaco, 2009) lemos, transcrevendo (pgs 38 e 39):
“...a ciência maior. E parece ser esta a ciência política,... o bem humano tem que ser a finalidade da ciência política, pois ainda que seja o caso de o bem ser idêntico para o indivíduo e para o Estado, o bem do Estado é visivelmente um bem maior e mais perfeito, tanto para ser alcançado como para ser preservado.”
Pode ser uma tese moralista, mas diante de tantas catástrofes e do crescimento intelectual da Humanidade não deveria ser colocada em foco de diretrizes e programas?
Apesar do que denominamos “homo sapiens sapiens” ter beirado sua própria extinção, possuímos agora conhecimentos e sistemas de processamento que viabilizariam governos gradativamente melhores. Os desafios do século 21 são enormes, não permitindo relaxamentos.
Com certeza a falta de inteligência (Arendt, 2009) exime muitas pessoas de responsabilidades maiores. Não é o caso, contudo, de políticos que se destacam. São e não podem deixar de ser valorizados ou denegridos em função de suas atuações, afinal não carecem de boa capacidade de raciocínio.
Queremos, precisamos de bom governo.
Ou seja, independente da ignorância generalizada, dependemos de decisões locais, estaduais e federais, quando não de caráter internacional.
Não temos nem aceitamos o direito à alienação proposital. Se existe algo pensante sobre o pescoço, somos compelidos a estudar e entender o processo político assim como nossos governantes têm a obrigação de fazerem o melhor possível. Infelizmente não podem ser demitidos quando esquecem seus discursos (Gouveia, 2001).
Os tempos de que governar limitava-se a agradar o chefe devem ter passado em regimes democráticos.
Teremos eleições, quem são os candidatos? São bem preparados? Como obrigá-los a cumprir programas sadios?
Cascaes
8.1.2012
Arendt, H. (2009). A Vida do Espírito. (A. A. Cesar Augusto de Almeida, Trad.) Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
Aristóteles. (2009). Ética a Nicômaco. (E. Bini, Trad.) Bauru: edipro.
Cascaes, J. C. (s.d.). Trabalho Interno. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2012/01/trabalho-interno.html
Gouveia, J. F. (25 de 5 de 2001). "TODO PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME SERÁ EXERCIDO"(?). Fonte: Doutrina -D'Artagnan Juris - (JFG): http://djuris.br.tripod.com/doutrina/artigos/todopoder.htm
Müller, L. (24 de 4 de 2011). Barack Obama e o “Trabalho Interno” ou poderiamos dizer: “o cinema desnuda o rei”. Fonte: Luizmüller's Blog: http://luizmullerpt.wordpress.com/2011/04/24/barack-obama-e-o-trabalho-interno-ou-poderiamos-dizer-o-cinema-desnuda-o-rei/
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sábado, 21 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
F E B - 1944, CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO
De: MANOEL SORIANO NETO [mailto:msorianoneto@hotmail.com]
Enviada em: quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 09:17
Assunto: FW: F E B - 1944, CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO
Subject: F E B - 1944, CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO
Date: Wed, 18 Jan 2012 09:53:30 -0200
REPASSO
Amigos e amigas
Paz e bem!
Nesse tempo de tristezas pelos maus exemplos dos políticos constituidos em poder, necessário se faz reacender o amor a esse chão sagrado. Não precisamos mais ir à Italia para lutar. Os inimigos do Brasil estão aqui mesmo! consumindo o Brasil como um câncer mas, reacendamos nosso amor às tradições, à seriedade perseguida e buscada, relembremos nossos heróis, aqueles que tombaram para que fossemos mais livres e pudessemos usufruir de tudo que o Brasil nos oferece, mas... estão roubando tudo, comprometendo até mesmo o futuro, deixemos que o amor pátrio invada nossos corações e mentes, que voltemos aspirar uma grandeza maior e não mais aceitar bovinamente o que os corruptos e corruptores estão nos impondo. Não aceitemos! o preço é alto? paguemos! - um abraço do elcio
PS - Nas fotos, a Casa do Expedicionário em Curitiba, mostrando aí um P-47 Thunderbolt modelo pilotado pelos pilotos brasileiros de caça, cujo treinamento lhes foi ministrado no Panamá antes de realizarem suas missões nos céus da Italia. Data daí, à época dos treinamentos, a expressão ADELFI uma forma de brinde nas confraternizações, depois dos vôos de treinamento, portanto, Adelfi!
- Eles desembarcaram na Itália, cantando! F E B - 1944
Eles desembarcaram na Itália, cantando essa canção.
A música é do maestro Spartaco Rossi e o poema de Guilherme de Almeida.
A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a
força militar brasileira de 25.334 homens, que lutou ao lado dos
Aliados na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Constituída
inicialmente por uma Divisão de Infantaria, acabou por abranger todas
as Forças Militares Brasileiras que participaram do conflito.
Adotou como lema "A cobra está fumando", em alusão ao que se dizia à época, que
seria "Mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra".
Acesse: youtu.be/ko5wpwb8WL0
Enviada em: quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 09:17
Assunto: FW: F E B - 1944, CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO
Subject: F E B - 1944, CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO
Date: Wed, 18 Jan 2012 09:53:30 -0200
REPASSO
Amigos e amigas
Paz e bem!
Nesse tempo de tristezas pelos maus exemplos dos políticos constituidos em poder, necessário se faz reacender o amor a esse chão sagrado. Não precisamos mais ir à Italia para lutar. Os inimigos do Brasil estão aqui mesmo! consumindo o Brasil como um câncer mas, reacendamos nosso amor às tradições, à seriedade perseguida e buscada, relembremos nossos heróis, aqueles que tombaram para que fossemos mais livres e pudessemos usufruir de tudo que o Brasil nos oferece, mas... estão roubando tudo, comprometendo até mesmo o futuro, deixemos que o amor pátrio invada nossos corações e mentes, que voltemos aspirar uma grandeza maior e não mais aceitar bovinamente o que os corruptos e corruptores estão nos impondo. Não aceitemos! o preço é alto? paguemos! - um abraço do elcio
PS - Nas fotos, a Casa do Expedicionário em Curitiba, mostrando aí um P-47 Thunderbolt modelo pilotado pelos pilotos brasileiros de caça, cujo treinamento lhes foi ministrado no Panamá antes de realizarem suas missões nos céus da Italia. Data daí, à época dos treinamentos, a expressão ADELFI uma forma de brinde nas confraternizações, depois dos vôos de treinamento, portanto, Adelfi!
- Eles desembarcaram na Itália, cantando! F E B - 1944
Eles desembarcaram na Itália, cantando essa canção.
A música é do maestro Spartaco Rossi e o poema de Guilherme de Almeida.
A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a
força militar brasileira de 25.334 homens, que lutou ao lado dos
Aliados na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Constituída
inicialmente por uma Divisão de Infantaria, acabou por abranger todas
as Forças Militares Brasileiras que participaram do conflito.
Adotou como lema "A cobra está fumando", em alusão ao que se dizia à época, que
seria "Mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra".
Acesse: youtu.be/ko5wpwb8WL0
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CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO,
F E B - 1944
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Fundamentalismo religioso
| 14:44 (42 minutos atrás) ![]() | ![]() ![]() | ||
| ||||
"Deus está morto, mas seu cadáver permanece insepulto". Nietzsche.
(Fritz Utzeri, jornalista)
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
INACREDITAVEL = STF
Enviada em: segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 17:22
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: TRISTE JUDICIÁRIO, e longo mas vale ler e repassar....Tbem a Justiça(?) BR tem de mudar!!!
| TRISTE JUDICIÁRIO MARCO ANTONIO VILLA O Globo Publicado em 13/12/2011 PELO VALOR DO ARTIGO O GRUPO GUARARAPES SE ORGULHA EM REPASSÁ-LO O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é formado por 33 ministros. Foi criado pela Constituição de 1988. Poucos conhecem ou acompanham sua atuação, pois as atenções nacionais estão concentradas no Supremo Tribunal Federal. No site oficial está escrito que é o tribunal da cidadania. Será? Um simples passeio pelo site permite obter algumas informações preocupantes. O tribunal tem 160 veículos, dos quais 112 são automóveis e os restantes 48 são vans, furgões e ônibus. É difícil entender as razões de tantos veículos para um simples tribunal. Mais estranho é o número de funcionários. São 2.741 efetivos. Muitos, é inegável. Mas o número total é maior ainda. Os terceirizados representam 1.018. Desta forma, um simples tribunal tem 3.759 funcionários, com a média aproximada de mais de uma centena de trabalhadores por ministro!! Mesmo assim, em um só contrato, sem licitação, foram destinados quase R$2 milhões para serviço de secretariado. Não é por falta de recursos que os processos demoram tantos anos para serem julgados. Dinheiro sobra. Em 2010, a dotação orçamentária foi de R$940 milhões. O dinheiro foi mal gasto. Só para comunicação e divulgação institucional foram reservados R$11 milhões, para assistência médica a dotação foi de R$47 milhões e mais 45 milhões de auxílio-alimentação. Os funcionários devem viver com muita sede, pois foram destinados para compra de água mineral R$170 mil. E para reformar uma cozinha foram gastos R$114 mil. Em um acesso digno de Oswaldo Cruz, o STJ consumiu R$225 mil em vacinas. À conservação dos jardins — que, presumo, devem estar muito bem conservados — o tribunal reservou para um simples sistema de irrigação a módica quantia de R$286 mil. Se o passeio pelos gastos do tribunal é aterrador, muito pior é o cenário quando analisamos a folha de pagamento. O STJ fala em transparência, porém não discrimina o nome dos ministros e funcionários e seus salários. Só é possível saber que um ministro ou um funcionário (sem o respectivo nome) recebeu em certo mês um determinado salário bruto. E só. Mesmo assim, vale muito a pena pesquisar as folhas de pagamento, mesmo que nem todas, deste ano, estejam disponibilizadas. A média salarial é muito alta. Entre centenas de funcionários efetivos é muito difícil encontrar algum que ganhe menos de 5 mil reais. Mas o que chama principalmente a atenção, além dos salários, são os ganhos eventuais, denominação que o tribunal dá para o abono, indenização e antecipação das férias, a antecipação e a gratificação natalinas, pagamentos retroativos e serviço extraordinário e substituição. Ganhos rendosos. Em março deste ano um ministro recebeu, neste item, 169 mil reais. Infelizmente há outros dois que receberam quase que o triplo: um, R$404 mil; e outro, R$435 mil. Este último, somando o salário e as vantagens pessoais, auferiu quase meio milhão de reais em apenas um mês! Os outros dois foram “menos aquinhoados”, um ficou com R$197 mil e o segundo, com 432 mil. A situação foi muito mais grave em setembro. Neste mês, seis ministros receberam salários astronômicos: variando de R$190 mil a R$228 mil. Os funcionários (assim como os ministros) acrescem ao salário (designado, estranhamente, como “remuneração paradigma”) também as “vantagens eventuais”, além das vantagens pessoais e outros auxílios (sem esquecer as diárias). Assim, não é incomum um funcionário receber R$21 mil, como foi o caso do assessor-chefe CJ-3, do ministro 19, os R$25,8 mil do assessor-chefe CJ-3 do ministro 22, ou, ainda, em setembro, o assessor chefe CJ-3 do do desembargador 1 recebeu R$39 mil (seria cômico se não fosse trágico: até parece identificação do seriado “Agente 86”). Em meio a estes privilégios, o STJ deu outros péssimos exemplos. Em 2010, um ministro, Paulo Medina, foi acusado de vender sentenças judiciais. Foi condenado pelo CNJ. Imaginou-se que seria preso por ter violado a lei sob a proteção do Estado, o que é ignóbil. Não, nada disso. A pena foi a aposentadoria compulsória. Passou a receber R$25 mil. E que pode ser extensiva à viúva como pensão. Em outubro do mesmo ano, o presidente do STJ, Ari Pargendler, foi denunciado pelo estudante Marco Paulo dos Santos. O estudante, estagiário no STJ, estava numa fila de um caixa eletrônico da agência do Banco do Brasil existente naquele tribunal. Na frente dele estava o presidente do STJ. Pargendler, aos gritos, exigiu que o rapaz ficasse distante dele, quando já estava aguardando, como todos os outros clientes, na fila regulamentar. O presidente daquela Corte avançou em direção ao estudante, arrancou o seu crachá e gritou: “Sou presidente do STJ e você está demitido. Isso aqui acabou para você.” E cumpriu a ameaça. O estudante, que dependia do estágio — recebia R$750 —, foi sumariamente demitido. Certamente o STJ vai argumentar que todos os gastos e privilégios são legais. E devem ser. Mas são imorais, dignos de uma república bufa. Os ministros deveriam ter vergonha de receber 30, 50 ou até 480 mil reais por mês. Na verdade devem achar que é uma intromissão indevida examinar seus gastos. Muitos, inclusive, podem até usar o seu poder legal para coagir os críticos. Triste Judiciário. Depois de tanta luta para o estabelecimento do estado de direito, acabou confundindo independência com a gastança irresponsável de recursos públicos, e autonomia com prepotência. Deixou de lado a razão da sua existência: fazer justiça. MARCO ANTONIO VILLA é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (SP). |
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Revista Educação: Potencial inexplorado - Conflitos na escola para oporunidades de aprendizagem
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Lumiy
Data: 5 de janeiro de 2012 17:27
Assunto: [PedagogiaInclusiva] Revista Educação: Potencial inexplorado - Conflitos na escola para oporunidades de aprendizagem
Para: Pedagogia Inclusiva
Boa Tarde, Professores e Professoras!
É muito interessante o tema abordado pela Revista Educação com a professora Temal Vinha.
Segue a baixo o endereço do vídeo em 3 partes, referente o Potencial inexplorado - situações de conflito podem gerar oportunidades de aprendizagem
"Os professores compreendem os conflitos como algo antinatural, atípico das relações humanas". A frase é da pedagoga e doutora em Educação na área de psicologia e desenvolvimento humano, Telma Vinha, que participa da série "Conflitos na escola", produzida pela Atta Mídia e Educação.
Telma explicita a ideia de que os embates presentes no cotidiano escolar podem ser aproveitados como oportunidades de aprendizagem. Nos trechos abaixo, a pedagoga explica que, ao inibir possíveis desentendimentos, a escola pode comprometer o desenvolvimento social das crianças e dos jovens.
Parte - 1: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ExoVrUy1hwk
Parte - 2: http://www.youtube.com/watch?v=GbMDIdLQs-4&feature=player_embedded
Parte - 3: http://www.youtube.com/watch?v=97D-pXpkNvg&feature=player_embedded
--
Lumiy´s Blog Visão e Percepção
http://lumiy.wordpress.com
De: Lumiy
Data: 5 de janeiro de 2012 17:27
Assunto: [PedagogiaInclusiva] Revista Educação: Potencial inexplorado - Conflitos na escola para oporunidades de aprendizagem
Para: Pedagogia Inclusiva
Boa Tarde, Professores e Professoras!
É muito interessante o tema abordado pela Revista Educação com a professora Temal Vinha.
Segue a baixo o endereço do vídeo em 3 partes, referente o Potencial inexplorado - situações de conflito podem gerar oportunidades de aprendizagem
"Os professores compreendem os conflitos como algo antinatural, atípico das relações humanas". A frase é da pedagoga e doutora em Educação na área de psicologia e desenvolvimento humano, Telma Vinha, que participa da série "Conflitos na escola", produzida pela Atta Mídia e Educação.
Telma explicita a ideia de que os embates presentes no cotidiano escolar podem ser aproveitados como oportunidades de aprendizagem. Nos trechos abaixo, a pedagoga explica que, ao inibir possíveis desentendimentos, a escola pode comprometer o desenvolvimento social das crianças e dos jovens.
Parte - 1: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ExoVrUy1hwk
Parte - 2: http://www.youtube.com/watch?v=GbMDIdLQs-4&feature=player_embedded
Parte - 3: http://www.youtube.com/watch?v=97D-pXpkNvg&feature=player_embedded
--
Lumiy´s Blog Visão e Percepção
http://lumiy.wordpress.com
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Para não esquecer e vendo outros atos em defesa da "democracia"
De: MANOEL SORIANO NETO [mailto:msorianoneto@hotmail.com]
Enviada em: quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 10:10
Assunto: FW: artigo nióbio 3 continuação
Aos prezados amigos o artigo 3, sobre Nióbio ( continuação) . Abrs do Marco Felicio
A VILANIA DOS RESPONSÁVEIS PELA SOBERANIA E SEGURANÇA NACIONAIS (3 )
Em artigo passado, “Renúncia Criminosa”, escolhi uma afirmativa com a qual encimei o referido artigo. Utilizo-a, novamente, para enfatizar o que ocorre com o nióbio em nosso País , onde o sistema de pressões e de constrangimentos têm a colaboração vil de muitos dos responsáveis pela soberania e segurança nacionais.
“Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos.”
Henry Kissinger- Secretário de Estado, EUA
Nos artigos anteriores, mostramos alguns dos empregos do nióbio, que o tornam sumamente importante e estratégico, sendo qualificado como um “metal novo”, isto é, indispensável às novas tecnologias de ponta em diversas áreas, entre elas a da fabricação de avançados sistemas de armas, na área nuclear, na construção dos novos computadores quânticos e como parte especial do reator de fusão termonuclear, já em construção e em testes, na Europa, na busca de energia limpa, barata e inesgotável. É o início do fim da prevalência do petróleo e das demais fontes de energia.
O colúmbio foi descoberto na Inglaterra em 1801, por Charles Hatchett. O químico alemão Heinrich Rose, em seguida, ao separá-lo do metal tântalo, deu-lhe o nome de nióbio. Homenagem a Níobe, filha do Rei Tântalo, segundo a Mitologia.
Nas décadas de 20 e 30, as primeiras experiências, levadas a efeito por norte-americanos e ingleses, introduziram o nióbio na produção de ferramentas, substituindo o tungstênio, e em aços inoxidáveis, contribuindo para evitar a corrosão dos mesmos.
Na década de 50, descobriu-se a maior jazida de nióbio do mundo, no Brasil (em Araxá-MG). Com a produção primária de nióbio, o metal tornou-se abundante e ganhou importância no desenvolvimento de materiais diversos de Engenharia.
Coincidentemente, também na década de 50, com o início da corrida espacial entre soviéticos e norte-americanos, aumentou muito o interesse e, consequentemente, as pesquisas sobre os possíveis empregos do nióbio, o mais leve dos metais refratários. Diferentes ligas de nióbio foram desenvolvidas para utilização nas indústrias espacial e nuclear e, também, para fins relacionados à supercondutividade. Ainda, na década de 50, estudos e pesquisas conduzidos na Inglaterra -na Universidade de Sheffield e na British Steel – e, também, nos Estados Unidos, tornaram o aço microligado uma realidade industrial. Em 1958, surge uma nova série de aços, contendo cerca de 400 gramas de nióbio por tonelada, exibindo características (resistência mecânica, leveza e tenacidade) que, até então, somente podiam ser obtidas com aços ligados muito mais caros. As superligas aeronáuticas, também, passam a utilizar o nióbio. Destas, a mais importante é a IN718, introduzida em 1966 e cujo aperfeiçoamento resultou numa família de superligas, utilizadas nas turbinas aeronáuticas e estacionárias mais modernas, com grandes vantagens econômicas para a Engenharia Estrutural, para a exploração de óleo e gás e para a fabricação de automóveis. Atualmente, os aços microligados respondem por 75% do consumo conhecido de nióbio. São materiais sofisticados, desenvolvidos a partir de princípios de metalurgia física que refletem o esforço conjunto da pesquisa e desenvolvimento, conduzidos na indústria e nos laboratórios de avançados centros de pesquisas, incrementando consideravelmente a contribuição do nióbio para a criação de novas tecnologias de ponta, conhecimento de poucos países desenvolvidos.
No Brasil, além das primeiras ocorrências de nióbio detectadas em Araxá (MG), seguiram-se descobertas de novas ocorrências em Catalão (GO) e Ouvidor (GO). Porém, o "Complexo de Araxá" mostrou-se, então, como a maior reserva de nióbio do mundo, avaliação feita em 1982, com um jazimento de 462 milhões de toneladas de pirocloro, com teor médio de 2,5% de óxido de nióbio (Nb2O5).
As minas de Catalão e Ouvidor tornaram-se propriedade e exploradas pela "Anglo American of South Africa", estrangeira cem por cento e que exporta tudo que produz.
Em Araxá, já em 1956, surgia a DEMA, - Distribuidora e Exportadora de minérios e adubos Ltda, autorizada, pelo Dec 41829 de 10/7/1957, a pesquisar nióbio, recebendo logo em seguida o nome de CBMM (Compania Brasileira de Metalurgia e Mineração). A empresa foi formada pela associação da multinacional norte-americana Moricorp, pertencente ao Grupo Rockfeller, com o Grupo Moreira Salles que, mais tarde, se tornou dono do Unibanco.
Como o Grupo Moricorp, quando da descoberta da referida jazida, não podia ser dono majoritário de uma empresa em solo brasileiro, pois, a lei do País à época assim não o permitia, e como o negócio era considerado de cunho estratégico para os EUA (pois, sabiam da importância do mineral e que as diminutas reservas domésticas de nióbio, dos USA, têm baixa qualidade, algumas complexas do ponto de vista geológico, e muitas não são comercialmente recuperáveis) o Grupo Rockfeller ofereceu de graça o domínio majoritário da sociedade ao então embaixador brasileiro nos EUA, à época, Walther Moreira Salles, o qual prontamente aceitou. Este homem desempenhou várias missões para o governo brasileiro junto ao governo norte-americano e instituições financeiras americanas e internacionais, “defendendo” os nossos interesses. O Presidente Costa e Silva evitou cassá-lo, alertado, caso o fizesse, sobre possíveis pressões norte-americanas sobre o Brasil.
Interessante que o livro “Quem pagou a conta ? A CIA na guerra fria da cultura”, escrito por Francis Stonor Saunders e elogiado pelo jornal Washington Post, dos mais sérios e influentes nos EUA, fundamentado em ampla pesquisa, realizada nos mais diversos arquivos de bibliotecas americanas e inglesas e em entrevistas com alguns dos protagonistas de fatos por ela narrados, mostra como, principalmente, durante a guerra fria, a Política Externa Americana se fez por meio de “órgãos de governo e por uma espécie de consórcio de personagens e instituições independentes que se portavam como governamentais.” Fundações as mais diversas, como a FORD e a ROCKFELLER, estas sumamente ativas no Brasil, e outras instituições e organizações com finalidades diversas, ligadas clandestinamente à CIA, jorravam dinheiro em grande quantidade, cooptando pessoas, em qualquer atividade, que pudessem facilitar a conquista de objetivos preconizados pela CIA, notoriamente aquele de obstar qualquer influência de natureza comunista e o de satisfazer os interesses estratégicos norte-americanos em qualquer parte do mundo.
Como exemplo marcante e límpido, em outubro do ano passado, Juanita Castro, irmã de Fidel Castro, confessou, em livro de sua autoria, ter sido agente da CIA, Agência de Inteligência Norte-Americana, na década de 60, recrutada por Virgínia Leitão da Cunha, mulher do então embaixador brasileiro em Havana, Vasco Leitão da Cunha, após embaixador em Moscou e influente Ministro das Relações Exteriores do nosso País.
O uso de entidades particulares favorecia a cooptação das pessoas, como a do, também, Embaixador Walter Moreira Salles, conhecido como serviçal dos americanos (inclusive de Nelson Aldridge Rockefeller, que tanto se intrometeu na política brasileira) que, às vezes, passando por inocentes, fingiam desconhecer a origem do dinheiro: A CIA. Os documentos oficiais consultados por Saunders, mostram que altruísmo não existia por parte dos cooptados e cooptadores.
O livro de Saunders torna ainda mais claro o conteúdo do livro da escritora francesa Brigitte Leoni “Fernando Henrique Cardoso : O Brasil do possível.” (continua)
Gen Marco Antonio Felício da Silva
Enviada em: quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 10:10
Assunto: FW: artigo nióbio 3 continuação
Aos prezados amigos o artigo 3, sobre Nióbio ( continuação) . Abrs do Marco Felicio
A VILANIA DOS RESPONSÁVEIS PELA SOBERANIA E SEGURANÇA NACIONAIS (3 )
Em artigo passado, “Renúncia Criminosa”, escolhi uma afirmativa com a qual encimei o referido artigo. Utilizo-a, novamente, para enfatizar o que ocorre com o nióbio em nosso País , onde o sistema de pressões e de constrangimentos têm a colaboração vil de muitos dos responsáveis pela soberania e segurança nacionais.
“Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos.”
Henry Kissinger- Secretário de Estado, EUA
Nos artigos anteriores, mostramos alguns dos empregos do nióbio, que o tornam sumamente importante e estratégico, sendo qualificado como um “metal novo”, isto é, indispensável às novas tecnologias de ponta em diversas áreas, entre elas a da fabricação de avançados sistemas de armas, na área nuclear, na construção dos novos computadores quânticos e como parte especial do reator de fusão termonuclear, já em construção e em testes, na Europa, na busca de energia limpa, barata e inesgotável. É o início do fim da prevalência do petróleo e das demais fontes de energia.
O colúmbio foi descoberto na Inglaterra em 1801, por Charles Hatchett. O químico alemão Heinrich Rose, em seguida, ao separá-lo do metal tântalo, deu-lhe o nome de nióbio. Homenagem a Níobe, filha do Rei Tântalo, segundo a Mitologia.
Nas décadas de 20 e 30, as primeiras experiências, levadas a efeito por norte-americanos e ingleses, introduziram o nióbio na produção de ferramentas, substituindo o tungstênio, e em aços inoxidáveis, contribuindo para evitar a corrosão dos mesmos.
Na década de 50, descobriu-se a maior jazida de nióbio do mundo, no Brasil (em Araxá-MG). Com a produção primária de nióbio, o metal tornou-se abundante e ganhou importância no desenvolvimento de materiais diversos de Engenharia.
Coincidentemente, também na década de 50, com o início da corrida espacial entre soviéticos e norte-americanos, aumentou muito o interesse e, consequentemente, as pesquisas sobre os possíveis empregos do nióbio, o mais leve dos metais refratários. Diferentes ligas de nióbio foram desenvolvidas para utilização nas indústrias espacial e nuclear e, também, para fins relacionados à supercondutividade. Ainda, na década de 50, estudos e pesquisas conduzidos na Inglaterra -na Universidade de Sheffield e na British Steel – e, também, nos Estados Unidos, tornaram o aço microligado uma realidade industrial. Em 1958, surge uma nova série de aços, contendo cerca de 400 gramas de nióbio por tonelada, exibindo características (resistência mecânica, leveza e tenacidade) que, até então, somente podiam ser obtidas com aços ligados muito mais caros. As superligas aeronáuticas, também, passam a utilizar o nióbio. Destas, a mais importante é a IN718, introduzida em 1966 e cujo aperfeiçoamento resultou numa família de superligas, utilizadas nas turbinas aeronáuticas e estacionárias mais modernas, com grandes vantagens econômicas para a Engenharia Estrutural, para a exploração de óleo e gás e para a fabricação de automóveis. Atualmente, os aços microligados respondem por 75% do consumo conhecido de nióbio. São materiais sofisticados, desenvolvidos a partir de princípios de metalurgia física que refletem o esforço conjunto da pesquisa e desenvolvimento, conduzidos na indústria e nos laboratórios de avançados centros de pesquisas, incrementando consideravelmente a contribuição do nióbio para a criação de novas tecnologias de ponta, conhecimento de poucos países desenvolvidos.
No Brasil, além das primeiras ocorrências de nióbio detectadas em Araxá (MG), seguiram-se descobertas de novas ocorrências em Catalão (GO) e Ouvidor (GO). Porém, o "Complexo de Araxá" mostrou-se, então, como a maior reserva de nióbio do mundo, avaliação feita em 1982, com um jazimento de 462 milhões de toneladas de pirocloro, com teor médio de 2,5% de óxido de nióbio (Nb2O5).
As minas de Catalão e Ouvidor tornaram-se propriedade e exploradas pela "Anglo American of South Africa", estrangeira cem por cento e que exporta tudo que produz.
Em Araxá, já em 1956, surgia a DEMA, - Distribuidora e Exportadora de minérios e adubos Ltda, autorizada, pelo Dec 41829 de 10/7/1957, a pesquisar nióbio, recebendo logo em seguida o nome de CBMM (Compania Brasileira de Metalurgia e Mineração). A empresa foi formada pela associação da multinacional norte-americana Moricorp, pertencente ao Grupo Rockfeller, com o Grupo Moreira Salles que, mais tarde, se tornou dono do Unibanco.
Como o Grupo Moricorp, quando da descoberta da referida jazida, não podia ser dono majoritário de uma empresa em solo brasileiro, pois, a lei do País à época assim não o permitia, e como o negócio era considerado de cunho estratégico para os EUA (pois, sabiam da importância do mineral e que as diminutas reservas domésticas de nióbio, dos USA, têm baixa qualidade, algumas complexas do ponto de vista geológico, e muitas não são comercialmente recuperáveis) o Grupo Rockfeller ofereceu de graça o domínio majoritário da sociedade ao então embaixador brasileiro nos EUA, à época, Walther Moreira Salles, o qual prontamente aceitou. Este homem desempenhou várias missões para o governo brasileiro junto ao governo norte-americano e instituições financeiras americanas e internacionais, “defendendo” os nossos interesses. O Presidente Costa e Silva evitou cassá-lo, alertado, caso o fizesse, sobre possíveis pressões norte-americanas sobre o Brasil.
Interessante que o livro “Quem pagou a conta ? A CIA na guerra fria da cultura”, escrito por Francis Stonor Saunders e elogiado pelo jornal Washington Post, dos mais sérios e influentes nos EUA, fundamentado em ampla pesquisa, realizada nos mais diversos arquivos de bibliotecas americanas e inglesas e em entrevistas com alguns dos protagonistas de fatos por ela narrados, mostra como, principalmente, durante a guerra fria, a Política Externa Americana se fez por meio de “órgãos de governo e por uma espécie de consórcio de personagens e instituições independentes que se portavam como governamentais.” Fundações as mais diversas, como a FORD e a ROCKFELLER, estas sumamente ativas no Brasil, e outras instituições e organizações com finalidades diversas, ligadas clandestinamente à CIA, jorravam dinheiro em grande quantidade, cooptando pessoas, em qualquer atividade, que pudessem facilitar a conquista de objetivos preconizados pela CIA, notoriamente aquele de obstar qualquer influência de natureza comunista e o de satisfazer os interesses estratégicos norte-americanos em qualquer parte do mundo.
Como exemplo marcante e límpido, em outubro do ano passado, Juanita Castro, irmã de Fidel Castro, confessou, em livro de sua autoria, ter sido agente da CIA, Agência de Inteligência Norte-Americana, na década de 60, recrutada por Virgínia Leitão da Cunha, mulher do então embaixador brasileiro em Havana, Vasco Leitão da Cunha, após embaixador em Moscou e influente Ministro das Relações Exteriores do nosso País.
O uso de entidades particulares favorecia a cooptação das pessoas, como a do, também, Embaixador Walter Moreira Salles, conhecido como serviçal dos americanos (inclusive de Nelson Aldridge Rockefeller, que tanto se intrometeu na política brasileira) que, às vezes, passando por inocentes, fingiam desconhecer a origem do dinheiro: A CIA. Os documentos oficiais consultados por Saunders, mostram que altruísmo não existia por parte dos cooptados e cooptadores.
O livro de Saunders torna ainda mais claro o conteúdo do livro da escritora francesa Brigitte Leoni “Fernando Henrique Cardoso : O Brasil do possível.” (continua)
Gen Marco Antonio Felício da Silva
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
OAB - CNJ
De: Pedro Cascaes Neto [mailto:cascaes@cascaesehirt.adv.br]
Enviada em: quarta-feira, 28 de dezembro de 2011 16:53
Para: Pedro Cascaes Neto
Assunto: ENC: Nota OAB sobre o CNJ
NOTA DA OAB
A diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, diante da polêmica envolvendo associações de magistrados e a Corregedora do Conselho Nacional de Justiça, vem se manifestar nos termos seguintes:
1. O Conselho Nacional de Justiça é uma instituição republicana, instituída pela Constituição Federal, cuja existência tem contribuído para o aperfeiçoamento do Judiciário brasileiro.
2. A Constituição Federal, ao instituir o CNJ, atribuiu ao órgão competência plena para o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes (parágrafo 4o, art. 103-B) sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais (inciso III, parágrado 4º., art. 103). Portanto, o CNJ não é mera instância recursal às decisões das corregedorias regionais de Justiça sendo clara a sua competência concorrente com a dos Tribunais para apuração de infrações disciplinares.
3. A polêmica envolvendo setores da magistratura e a corregedoria do CNJ não pode servir para desviar o foco da questão central, que é a necessidade de prevalência das competências constitucionais do CNJ, as quais tem sido determinantes para conferir maior transparência ao Poder Judiciário.
4. A República é o regime das responsabilidades. Os excessos e desvios praticados deverão ser apurados respeitando o devido processo legal. Nenhuma autoridade está imune à verificação da correção de seus atos, dai porque é fundamental que para além de preservar a competência concorrente do CNJ para apurar desvios éticos, em respeito ao cidadão brasileiro, sejam apurados todos e quaisquer recebimentos de valores por parte de Magistrados, explicando-se à sociedade de onde provêm e a razão por que foram pagos.
5. A OAB Nacional espera e confia que os setores envolvidos nesta polêmica afastem as paixões corporativas, limitem o debate às questões institucionais e se unam no sentido de fortalecer a Justiça Brasileira, sendo o CNJ essencial para a construção de uma magistratura respeitada, ética e independente como pilar de um Estado de Direito digno deste nome.
Ophir Cavalcante
Presidente Nacional da OAB
Enviada em: quarta-feira, 28 de dezembro de 2011 16:53
Para: Pedro Cascaes Neto
Assunto: ENC: Nota OAB sobre o CNJ
NOTA DA OAB
A diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, diante da polêmica envolvendo associações de magistrados e a Corregedora do Conselho Nacional de Justiça, vem se manifestar nos termos seguintes:
1. O Conselho Nacional de Justiça é uma instituição republicana, instituída pela Constituição Federal, cuja existência tem contribuído para o aperfeiçoamento do Judiciário brasileiro.
2. A Constituição Federal, ao instituir o CNJ, atribuiu ao órgão competência plena para o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes (parágrafo 4o, art. 103-B) sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais (inciso III, parágrado 4º., art. 103). Portanto, o CNJ não é mera instância recursal às decisões das corregedorias regionais de Justiça sendo clara a sua competência concorrente com a dos Tribunais para apuração de infrações disciplinares.
3. A polêmica envolvendo setores da magistratura e a corregedoria do CNJ não pode servir para desviar o foco da questão central, que é a necessidade de prevalência das competências constitucionais do CNJ, as quais tem sido determinantes para conferir maior transparência ao Poder Judiciário.
4. A República é o regime das responsabilidades. Os excessos e desvios praticados deverão ser apurados respeitando o devido processo legal. Nenhuma autoridade está imune à verificação da correção de seus atos, dai porque é fundamental que para além de preservar a competência concorrente do CNJ para apurar desvios éticos, em respeito ao cidadão brasileiro, sejam apurados todos e quaisquer recebimentos de valores por parte de Magistrados, explicando-se à sociedade de onde provêm e a razão por que foram pagos.
5. A OAB Nacional espera e confia que os setores envolvidos nesta polêmica afastem as paixões corporativas, limitem o debate às questões institucionais e se unam no sentido de fortalecer a Justiça Brasileira, sendo o CNJ essencial para a construção de uma magistratura respeitada, ética e independente como pilar de um Estado de Direito digno deste nome.
Ophir Cavalcante
Presidente Nacional da OAB
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Dom Pedro II e a Amazônia
Data: 15 de dezembro de 2011 08:00
Assunto: Dom Pedro II e a Amazônia
Para:
Meu caro Mesquita,
Tenho recebido ultimamente muitos textos denotando a patriótica preocupação de militares com a Amazônia.
Querendo acrescentar um pouco mais de História a esse assunto, vou contar-te o que ouvi de um eminente geógrafo brasileiro de renome internacional, o meu amigo Prof. Hilgard O' Reilly Sternberg, há pouco falecido nos EUA já nonagenário.
Há muitos anos, pesquisando sobre a Amazônia nos Arquivos Reais da Bélgica, o Prof. Sternberg deparou-se com a correspondência trocada entre os monarcas belga e brasileiro, o Rei Leopoldo e o nosso Dom Pedro II.
Era no período áureo do imperialismo europeu buscando reservas de matérias primas e cujo resultado foi a Bélgica abocanhar o enorme território africano que veio a ser conhecido como Congo Belga (2.345.000 km2).
Dotado de grandes reservas minerais, infelizmente as florestas do Congo não tinham nada que se parecesse com a nossa hevea brasiliensis, capaz de produzir o ambicionado látex.
Assim, a Bélgica e seus capitalistas voltaram as vistas para...a Amazônia!
Para cá foram mandados militares com experiência na África, disfarçados como missionários, viajantes, exploradores e cientistas, como o Cel Thys, que se apaixonou pela natureza brasileira.
Constatada a riqueza da Amazônia e de suas seringueiras, iniciou-se o processo de pressão diplomática para que o Brasil abrisse o imenso território à "exploração científica", à catequese dos indígenas e outras iniciativas de "relevante importância para a humanidade"...
Mais, o Rei Leopoldo iniciou longa troca de correspondência com D. Pedro II solicitando a cessão de terras para a exploração. Tudo em nome do progresso, da ciência e da humanidade.
Aí, entraram a percepção do perigo e o elevado patriotismo do velho imperador.
Sabendo que por trás do Rei Leopoldo estavam interesses poderosos de uma Europa imperialista, D. Pedro II manobrou com argúcia e diplomacia, procurando ganhar tempo com argumentação à altura.
Tão bem se houve que conseguiu afastar mais esse perigo a rondar a Amazônia.
Os Arquivos Reais da Bélgica guardam esse acervo precioso, prova do patriotismo e da visão do grande estadista que foi o nosso soberano.
Abraços do amigo
Coralio B. P. Cabeda
Assunto: Dom Pedro II e a Amazônia
Para:
Meu caro Mesquita,
Tenho recebido ultimamente muitos textos denotando a patriótica preocupação de militares com a Amazônia.
Querendo acrescentar um pouco mais de História a esse assunto, vou contar-te o que ouvi de um eminente geógrafo brasileiro de renome internacional, o meu amigo Prof. Hilgard O' Reilly Sternberg, há pouco falecido nos EUA já nonagenário.
Há muitos anos, pesquisando sobre a Amazônia nos Arquivos Reais da Bélgica, o Prof. Sternberg deparou-se com a correspondência trocada entre os monarcas belga e brasileiro, o Rei Leopoldo e o nosso Dom Pedro II.
Era no período áureo do imperialismo europeu buscando reservas de matérias primas e cujo resultado foi a Bélgica abocanhar o enorme território africano que veio a ser conhecido como Congo Belga (2.345.000 km2).
Dotado de grandes reservas minerais, infelizmente as florestas do Congo não tinham nada que se parecesse com a nossa hevea brasiliensis, capaz de produzir o ambicionado látex.
Assim, a Bélgica e seus capitalistas voltaram as vistas para...a Amazônia!
Para cá foram mandados militares com experiência na África, disfarçados como missionários, viajantes, exploradores e cientistas, como o Cel Thys, que se apaixonou pela natureza brasileira.
Constatada a riqueza da Amazônia e de suas seringueiras, iniciou-se o processo de pressão diplomática para que o Brasil abrisse o imenso território à "exploração científica", à catequese dos indígenas e outras iniciativas de "relevante importância para a humanidade"...
Mais, o Rei Leopoldo iniciou longa troca de correspondência com D. Pedro II solicitando a cessão de terras para a exploração. Tudo em nome do progresso, da ciência e da humanidade.
Aí, entraram a percepção do perigo e o elevado patriotismo do velho imperador.
Sabendo que por trás do Rei Leopoldo estavam interesses poderosos de uma Europa imperialista, D. Pedro II manobrou com argúcia e diplomacia, procurando ganhar tempo com argumentação à altura.
Tão bem se houve que conseguiu afastar mais esse perigo a rondar a Amazônia.
Os Arquivos Reais da Bélgica guardam esse acervo precioso, prova do patriotismo e da visão do grande estadista que foi o nosso soberano.
Abraços do amigo
Coralio B. P. Cabeda
sábado, 10 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Um pedido desesperado - uma oportunidade de apoio no Natal
Um pedido desesperado
Telefone para contato x41 8441 4628 - Alice
Local de trabalho 3656 4652
ou ainda 9665 2563
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